Quarta-Feira Criativa - 16/09/15

Quarta-Feira Criativa – 16/09/15

Quem ainda não teve oportunidade de conhecer as regras, por favor, acesse

https://lucaspalhao.wordpress.com/2015/08/26/projeto-quarta-feira-criativa/

Então, se você for participar, veja a foto a seguir, mas não leia o meu conto, que estará na sequência, até que tenha publicado o seu nos comentários.

Quarta-Feira Criativa - 16/09/15
Quarta-Feira Criativa – 16/09/15

Eu não aguentava mais aquelas reclamações. Era dor de cabeça, dor de cotovelo, orgulho ferido, unha encravada, saudades, gente demais, de menos e por aí afora. Por que alguém despejaria os próprios problemas sobre os outros dessa forma? Uma vez tentei dar uma sugestão, mas fui rechaçado imediatamente. Em outra, fui mais insistente. Porém, repelido novamente. Se não é um pedido de ajuda, o que isso significa? Há amizades que desgastam demais. Será que compensa mantê-las? Para o raio que as partam!

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33 comentários sobre “Quarta-Feira Criativa – 16/09/15

  1. Apesar de não participar (hahahha gostaria, mas tenho vergonha de publicar textos meus “mais intimos” – um passo de cada vez!) li e posso dizer que tem amizades que não valem a pena o desgaste.. Mas é uma pena que a gente só percebe isso quando já tá esgotado!
    Beijo!

    Curtido por 2 pessoas

    1. Obrigado pelo comentário.

      Realmente, tem gente que abusa, né?

      Que pena que você não participou dessa vez.
      Mas você tem um blog!
      Como assim você tem vergonha de publicar textos!? 😀

      Quando se sentir à vontade, participe, sim, ok?

      Curtido por 1 pessoa

  2. Os pés descalços…  a túnica branca como a neve. O rosto, que antes fora delicado como um jardim, agora é sombrio.
    Que raios ela está fazendo aqui?!
    O pior é que sei. Seus dedos carregam armas letais e em seus olhos… Nada. Agora sim! É uma autêntica rosa.
    O rosto perfeito e delicado, mas parte dos seus gestos expressam o espinho que se tornou sua alma.
    Sei que tenho boa parte da culpa e seu manto não é desta cor por acaso. Ela não quer paz. Quer entrar imaculada e sair purificada, com o sangue da honra…  meu sangue.
    Poderia dizer a ela tudo o que sei e tudo o que sinto, mas não é a hora. Vou dar a ela a chance de lutar. Não lutarei com ela…  lutarei por ela.
    Afinal, nem todas as demonstrações de amor são visíveis aos olhos.

    Curtido por 4 pessoas

      1. 😨😶😨😶😨😶😨😶
        Pois é… façamos assim se vc aprovar, posto meu conto… e choro depois se tiver comentários, se não tiver comentários, se forem bons., se forem ruins.
        Já sei que vou chorar😢😢😢😢

        Curtido por 2 pessoas

    1. Que maravilha, Juliana!

      Ficou ótimo! Não tem de que se envergonhar.

      Agora, queria saber se você autoriza que eu republique quando eu fizer a antologia das Quartas-Feiras.

      E, se sim, se uso seu nome ou um pseudônimo, e se posso divulgar o endereço do seu blog, ou outro site que queira.

      Valeu mesmo!

      Curtido por 1 pessoa

      1. Claro! Que bom que gostou!
        Se acha que está bom kkkkk pode republicar sim é usar o nome Juliana Lima mesmo e pode colocar o endereço do blog.
        Vou fazer um post no fim de semana e falar sobre seu projeto.
        Obrigada pela atenção.
        Abraços

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  3. PÉS DESCALÇOS

    Coisa de guri, de roça, roceiro, mateiro, criança que adora subir em árvore, sempre de pés ao chão, sua cabeça pode até parecer vazia, pode até mesmo ser uma criança de poucas palavras, mas em seu interior há uma riqueza tanto de informação como de vivencia pela andança nos campos.
    Sabemos que uma história não deve ser triste, e entendemos que muitas das vezes ela é, nesse caso apenas usarei como um alerta, afinal fui criança de roça e já nascida esperta.
    Brincar descalço pelos campos é sempre muito bom, sensação de liberdade na inocência infantil, é quando a chuva cai lá de cima e qual a criança que isso ainda não viu, ou ainda não sentiu aquele cheiro gostoso de terra molhada ou calçada quente que ao bater a água da chuva deixa subir o cheiro quente do cimentado.
    Então aqui fica meu recado como criança mateira, mas que também brincou muito na cidade, quando a chuva cair e sentir a mesma vontade que sentia de sair rolando na água e brincando de contar trovoadas, fique muito atento, a trovoada é apenas o som do raio que caiu e você minha criança inocente pode não saber mas estar descalço nessa hora pode machucar, evite então brincar na chuva, espere o dia ensoleirar, vá para bica mais próxima e pegue a mangueira, finja ser a chuva e ai sim poder brincar.
    Titulo: Pés descalços – publicação autorizada – Blog Unobtainium – autor: Cláudio El-Jabel

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  4. Já tinha tudo escrito na sua cabeça. Sabia exatamente as palavras que iria usar. Às vezes lembrava-se do filme “ As palavras que nunca te direi”, e começava logo a arrepender-se da decisão tomada. Tinham de ter aquela conversa. Ele, ás vezes dizia-lhe que ela lhe parecia uma personagem de banda desenhada onde, pois, sempre a imaginava com um balão de fala sobre a cabeça debitando sentenças, por tudo, e por nada. Foi até à janela. Lá fora, o céu enegreceu. “Querem ver que vem lá trovoada?”- pensou para os seus botões. Esperava que não. Numa noite, com raios estalando numa atmosfera carregada, não iria ajudá-la a amaciar o discurso que já tinha preparado. “ Luís- era ela a pensar- temos de conversar”-, e ele, à sua frente, havia de aproximar-se pé ante pé, antecipando um final menos feliz. “Isso”. “É assim que vai ser o início da nossa conversa”- cogitava aquele cérebro, enquanto se ouviam já os primeiros rumores de uma trovoada anunciada. E ele que não chegava. Nas histórias que lia, às vezes, nos finais, havia sempre uma tempestade, para depois se abrirem os raios de Sol que abraçavam a vida e espalhavam esperança. Será que havia ainda lugar para um final feliz? Lembrava-se da mãe que lhe dizia sempre: “depois da tempestade vem a bonança”. E ele que não chegava.

    Título: Crónica de uma tempestade anunciada” – publicação autorizada- blog, desabafos em rodapé- autora : Mia dos Santos

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  5. Tudo começou numa bela tarde ensolarada de verão. Pelo menos no Brasil, nos Estados Unidos da América o frio já comia solto quando um enorme asteroide atingiu o país dos pomposos norte-americanos, dizimando praticamente noventa por cento de sua população. Bem… Os protestos no Brasil pararam diante deste incidente… Tudo parou. Carlos discorria em sala de aula sobre o que seria do mundo agora. Seria este o início do Apocalipse já tão esperado pelo povo? Era o tema do bate-papo de hoje, como professor de filosofia da UNIVERSIDADE FEDERAL DE BRAGANÇA:
    – Em minha opinião, o fim do mundo já começou desde o famigerado NIBIRU 2012. Para ser sincero, não é o fim, é o recomeço de uma nova era. Infelizmente muitos perecerão para que o mundo entre nesta nova vibração. Mas os que sobreviverem, encontrarão a paz num novo ambiente, o verdadeiro e utópico paraíso aqui na Terra.
    – Ei professor, o resto do mundo entrou em colapso com a queda dos E.U.A. O Egito lançou bombas atômicas em diversos países do oriente médio. Parece que só o Brasil se livrou das catástrofes! Aqui vai ser o paraíso então hahaha. – Interrompeu um aluno.
    O professor voltou sua atenção para aquele aluno e continuou:
    – Por enquanto… O clima de hostilidade cresce cada vez mais, não se esqueça de que estamos em guerra civil e uma nuvem estranha carregada de relâmpagos, uma mescla destes ataques nucleares com a poeira espacial gigantesca causada pela queda do asteroide está sendo trazida aqui para o Brasil em decorrência das mudanças extremas climáticas ocorridas nos últimos tempos. Uma frente fria atingiu o nordeste e vem se alastrando rapidamente pelo país…
    De repente, o professor Carlos foi interrompido por um outro aluno, com uma notícia alarmante que deixou todos ainda mais perplexos:
    – GALERA!!! Acabei de ver aqui no celular, o derretimento das calotas polares. Uma notícia de última hora. Maremotos atingiram a costa brasileira. Todo o litoral brasileiro está submerso e milhões pereceram.
    Um tumulto geral se alastrou pela sala de aula. Alunos se levantavam e gritavam, outros corriam em desespero preocupados com familiares e conhecidos que moravam na costa. O professor, diante daquela situação, simplesmente se levantou, pegou todos os seus pertences e foi se dirigindo para fora até ser surpreendido por um dos mais brilhantes da classe:
    – Professor, onde o senhor vai?
    – Vou dar o pé daqui. Irei para São Thomé…

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  6. Ops… Esqueci de reduzir a quantidade de caracteres… Segue agora reduzido:

    Tudo começou numa bela tarde ensolarada de verão. Pelo menos no Brasil, nos Estados Unidos da América o frio já comia solto quando um enorme asteroide atingiu o país dos pomposos norte-americanos, dizimando praticamente noventa por cento de sua população. Bem… Os protestos no Brasil pararam diante deste incidente… Tudo parou. Carlos discorria em sala de aula sobre o que seria do mundo agora. Seria este o início do Apocalipse já tão esperado pelo povo? Era o tema do bate-papo de hoje, como professor de filosofia da UNIVERSIDADE FEDERAL DE BRAGANÇA:
    – Em minha opinião, o fim do mundo já começou desde o famigerado NIBIRU 2012. Para ser sincero, não é o fim, é o recomeço de uma nova era. Infelizmente muitos perecerão para que o mundo entre nesta nova vibração. Os que sobreviverem encontrarão a paz num novo ambiente, o verdadeiro e utópico paraíso aqui na Terra.
    – Ei professor, o resto do mundo entrou em colapso com a queda dos E.U.A. O Egito lançou bombas atômicas em diversos países do oriente médio. Parece que só o Brasil se livrou das catástrofes! Aqui vai ser o paraíso então hahaha. – Interrompeu um aluno.
    O professor voltou sua atenção para aquele aluno e continuou:
    – Por enquanto… O clima de hostilidade cresce cada vez mais. Não se esqueça de que estamos em guerra civil e uma estranha nuvem carregada de relâmpagos vem se alastrando rapidamente pelo país…
    De repente, o professor Carlos foi interrompido por um outro aluno, com uma notícia alarmante:
    – GALERA!!! Acabei de ver aqui no celular, o derretimento das calotas polares. Uma notícia de última hora. Maremotos atingiram a costa brasileira. Todo o litoral brasileiro está submerso e milhões pereceram.
    Um tumulto geral se alastrou pela sala de aula. Alunos se levantavam e gritavam, outros corriam em desespero preocupados com familiares e conhecidos que moravam na costa. O professor, diante daquela situação, simplesmente se levantou, pegou todos os seus pertences e foi se dirigindo para fora até ser surpreendido por um dos mais brilhantes da classe:
    – Professor, onde o senhor vai?
    – Vou dar o pé daqui. Irei para São Thomé…

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